Sunday, October 24, 2010

Lisbon strives for austerity budget deal By Peter Wise

Financial Times of Oct.24, 2010.

Portuguese growing pains

Editorial from the Oct. 22 edition of the Financial Times.

Portugal in peril of missing its deficit target, by Peter Wise of the Financial Times

From the Oct.22 edition of the Financial Times.

Só a partir de 13 de Maio é que você começou verdadeiramente a trabalhar para si! (Para o ano será bem mais tarde!)

De acordo com os resultados apurados pelo Gabinete de Análise Económica da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa referidos nesta notícia do Expresso (http://aeiou.expresso.pt/amanha-esta-livre-de-impostos=f582398 ), você só começou a trabalhar para si a partir de 13 de Maio; até lá só teria trabalhado para o estado.
Pode aceder aos relatórios de anos anteriores no sítio do referido gabinete e ficar com uma ideia como as "coisas" têm evoluido nos últimos anos: http://www.fe.unl.pt/index.php?page=861

The Forbes Magazine Tax Misery Index

Em alusão ao "Misery Index" lançado por Arthur Okun há alguns anos atrás, em que este adicionava a taxa de inflação à taxa de desemprego para avaliar o nível de bem/mal-estar em determinado país (não confundir com a banda de música roque que dá pelo mesmo nome - http://en.wikipedia.org/wiki/Misery_index_%28economics%29 versus http://en.wikipedia.org/wiki/Misery_Index_%28band%29), a revista Forbes criou o "Tax Misery Index", que na sua edição mais recente disponível - 2008 - adiciona as mais elevadas taxas marginais de alguns dos mais importantes impostos em 66 países com o objectivo de captar o peso dos importos na vida de todos nós e de relectir a capacidade de cada país atraír investimentos estrangeiros.
Veja os resultados clicando o link disponibilizado aqui : aqui. Portugal ocupa um "honroso" 14º lugar!

Monday, October 18, 2010

100 anos de finanças públicas portuguesas



http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=447085

Veja e analise este gráfico com os saldos das contas do estado português nos últimos 100 anos. Tire as suas próprias conclusões.